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Tuesday, March 08, 2011

Bahia: Um outro carnaval é possível

Por: Valdeck Almeida de Jesus




Passei muitos anos correndo atrás do trio, caindo na folia. Com o advendo dos blocos cercados por corda, isolando os foliões que pagam dos que não podem bancar pra se divertir, fui ficando na calçada, olhando o carnaval passar…

Aos poucos fui perdendo espaço e vendo menos atrações. Os chamados “blocos de primeira” foram para o Circuito Barra-Ondina e o Circuito Dodô & Osmar se esvaziou: restaram apenas o povo e o poeta…

Em 2010 criei coragem e desembolsei uma fortuna pra me espremer em três camarotes diferentes: em frente ao Farol da Barra tomei muito sol na cara e assisti a concentração de trios e blocos; no camarote de uma cervejaria eu só via, de longe, o que passasse em frente, pois uma barreira humana tomou conta da grade e não desgrudou o tempo todo; em frente ao antigo Espanhol, eu tinha uma visão panorâmica, com péssimo serviço de bordo.

Agora em 2011 fugi pra Jequié, Conquista, Ilhéus, Upabuçu, Lagedo do Tabocal e Santo Amaro. Fui rever familiares, dormir, descansar, dormir, pensar, jogar conversa fora, relaxar. Em Ilhéus participei de um carnaval light, com menos cordas separando os foliões, com mais alegria e espontaneidade, menos violência e mais divertimento. Aproveitei também para me esbaldar na piscina da Estância Hidromineral de Tororomba, em Olivença e comer mariscos, bebericar uma cerveja e ficar alheio à folia soteropolitana.

Pra que me espremer nas calçadas, correr risco de tomar uma facada ou até mesmo de morrer se posso fugir da ganância exacerbada do carnaval privatizado da capital? Afinal, eu não queria ser parte dos 60,5% dos soteropolitanos literalmente presos em casa por falta de grana ou por medo da violência; muito menos eu estava a fim de virar estatística nas páginas policiais.

Enquanto o pão e o circo entretinham meia dúzia de foliões, a fome e a miséria absoluta reinavam soltas no interior baiano, como no exemplo desse vídeo: Família Carente da Bahia.  

Thursday, August 13, 2009

Escritor Baiano leva 35 poetas da Bahia à 14ª Bienal do Livro do Rio



O livro “Prêmio Literário Valdeck Almeida de Jesus de Poesia – Ano IV” é o resultado de um projeto antigo, acalentado pelo escritor que dá nome ao prêmio. A quarta edição reúne 242 poetas do Brasil, Argentina, Espanha e Portugal.


Para a maioria dos escritores esta é uma estréia em grande estilo, pois seu lançamento, durante a 14ª Bienal Internacional do Livro do Rio de Janeiro, é uma oportunidade ímpar. O evento ocorre no Rio Centro, de 10 a 20 de setembro de 2009. Somente da Bahia foram selecionados 35 poetas e poetisas que fazem parte do livro.


Após o lançamento no Rio o livro será lançado no Espaço Castro Alves do Salvador Shopping, na capital baiana, dia 10 de outubro de 2009, às 18 horas. No coquetel, haverá recitais, palestras e declamações feitas por participantes do livro e convidados.


Sonho antigo
Valdeck Almeida acalentou a ideia do concurso desde seus 12 anos de idade, quando o escritor teve o primeiro contato com a poesia de Drummond, Castro Alves, Augusto dos Anjos e os cordéis escritos por vários gênios da literatura popular nordestina. Há 31 anos o Valdeck compõe poemas e se aventura pelo mundo dos contos e crônicas.


O primeiro livro-filho, “Feitiço Contra o Feiticeiro”, no entanto, só veio à luz após vinte anos de gestação. Foi parido, parto normal, e caminha até hoje por este Brasil a fora. O segundo livro, “Memorial do Inferno. A Saga da Família Almeida no Jardim do Éden”, biografia romanceada, faz tanto sucesso que foi traduzido para o inglês.


Valdeck Almeida de Jesus sabe o que é correr atrás de editoras e receber não como resposta. Ele não queria que outros poetas tivessem a mesma sorte. Por isso, criou o “Prêmio Literário Valdeck Almeida de Jesus”, que dá oportunidade a gente do mundo inteiro. Inscrições para 2009 no site http://www.galinhapulando.com/


Sobre o Autor
Valdeck Almeida de Jesus é um poeta e sonhador. Lançou os seguintes livros: “Heartache Poems. A Brazilian Gay Man Coming Out from the Closet”, iUniverse, New York, USA, 2004; “Feitiço Contra o Feiticeiro”, Scortecci, São Paulo, 2005; 20% da renda doada às Obras Sociais de Irmã Dulce; “Memorial do Inferno. A Saga da Família Almeida no Jardim do Éden”, Scortecci, São Paulo, 2005; 1ª edição – 100% da renda doada às Obras Sociais de Irmã Dulce; “Jamais Esquecerei do Brother Jean Wyllys”, Casa do Novo Autor, São Paulo, 2006; “1ª Antologia Poética Valdeck Almeida de Jesus”, Casa do Novo Autor, São Paulo, 2006; “Memorial do Inferno. A Saga da Família Almeida no Jardim do Éden”, Giz Editorial, São Paulo, 2007 – 2ª edição; 20% da renda doada às Obras Sociais de Irmã Dulce; Participa de mais de vinte antologias de poesias.

SERVIÇO

Lançamento: 19 de setembro de 2009, às 16 horas

Local: Estande da Giz Editorial, Entre as Ruas C e D (Pavilhão Laranja)

Título: “Prêmio Literário Valdeck Almeida de Jesus de Poesia – Ano IV”

Org. Valdeck Almeida de Jesus

Editora: Giz Editorial

ISBN: 85-785-5033-2

Páginas: 280

Preço: R$ 40,00

Você já leu Memorial do Inferno, de Valdeck Almeida de Jesus?

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